
terça-feira, 31 de março de 2009
Preparo da Alheira

segunda-feira, 30 de março de 2009
Alheira de Mirandela
Alheira é um tradicional "enchido" português que contém basicamente carne e gordura de porco, carne de aves (galinha e/ou peru) e pão. Também se adiciona azeite e banha, condimentados com sal, alho e colorau. domingo, 29 de março de 2009
Pão na chapa
Hoje pela manhã, meio desanimado para preparar o café da manhã, saí em busca de uma padaria. Diante das filas imensas das casas de pães e doces, tradicionais mantenedoras dos matinais, resolvi simplificar: procurei uma tradicional padaria. Eu sei - nutricionalmente o pão na chapa com cafezinho não é completo. Mas também não se comete os excessos da farta mesa do buffet. Não me arrependo: o atendimento na padaria foi excelente e o lanche muito bem feito.sexta-feira, 27 de março de 2009
Feira Livre

Acima: feira do bairro de Cerqueira César, SP. Abaixo: feira em Montparnasse, Paris - a mesma gritaria e o mesmo clima de festa.quinta-feira, 26 de março de 2009
Uma limonada diferente
Cansado do caldo de cana (garapa) com limão ? Inverta a lógica!!
(1) compre o caldo de cana de um fornecedor confiável (2) congele imediatamente - disponha sob forma para gelo (3) espere congelar (4) esprema meio limão sob um copo alto (5) coloque o gelo feito com o caldo de cana no copo (6) complete com água e NÃO adicione açúcar. Está pronto. Rápido, fácil e delicioso.quarta-feira, 25 de março de 2009
Salmão - Parte 3 - Molho


terça-feira, 24 de março de 2009
Salmão - Parte 2 - Chapear
O salmão contém proteína e gordura. A proteína sofre o processo de coagulação (tende a perder a humidade e endurecer). A gordura tende a derreter e amaciar. O desafio é ajustar a temperatura: a gordura retém calor a proteína endurece no calor excessivo. Parece complicado mas não é: Aqueça bem a chapa (no caso, a frigideira). O contraste inicial do peixe frio com a chapa quente equilibra a temperatura. A gordura do salmão vai reter o calor e derreter ao tempo em que hidrata a proteína. Então mãos à obra: (1) adicione um pouco de óleo na frigideira (2) retire o excesso com um papel toalha ou guardanapo (3) aqueça bem a chapa ou frigideira (4) colque a posta de salmão centralizando-a (5) aqueça por aproximadamente 4 minutos (6) vire a posta e observe o centro da carne - não deixe ressecar (7) pincele um pouco de shoyu. Está pronto. Aguardem a terceira e última parte - um molho a base de wasabi.segunda-feira, 23 de março de 2009
Salmão - Parte 1 - Filetar
Cada vez mais encontro pessoas que não gostam de salmão. A reclamação principal é a de que acham o peixe muito seco. Procede em parte. Não que o salmão seja "um peixe seco": a culpa está no preparo. Assam, grelham ou fritam em excesso (até mesmo no preparo do sushi, acreditem). Aqui segue a primeira parte de um preparo muito simples. É verdade que você pode comprar a posta do salmão pronta, livre da pele e das espinhas, mas talvez pague mais caro por isso. Se preferir, mantenha a pele do salmão, pois a carne se despreende facilmente após o preparo. (1) Lave e retire o excesso de água do salmão (2) Inicie o corte pela ponta mais fina inclinando a lâmina na direção da pele do peixe - prefira uma faca com lâmina flexível. (3) estique a pele já cortada no sentido contrário ao corte (4) apalpe o filé em encontre as espinhas (5) com o uso de uma pinça puxe as espinhas (6) corte o filé no tamanho desejado. sábado, 21 de março de 2009
Pão para Hamburguer
Lilian, minha irmã e seguidora do blog, encontrou o "pão firme de hamburguer" mencionado na postagem anterior (vide "energia cinética do hamburguer"). Pela foto o pão parece perfeito: é maior do que a carne e está selado (não produz o efeito esponja). Ainda não provei e não confirmei o endereço, mas pretendo degustá-lo na próxima semana.quinta-feira, 19 de março de 2009
Uma alternativa às barras de cereais?

Torta Dagem

terça-feira, 17 de março de 2009
KIMTCHI

domingo, 15 de março de 2009
A energia cinética do hamburguer
Não existe uma técnica eficiente para comer um hamburguer. Mas o melhor é comer a só. Se estiver acompanhado prefira os "wraps". Os ingredientes dos hamburgueres não são estáticos. Por consequência, o molho escorre junto ao queijo em sentido inverso ao da carne. Tenho saudade do pão "firme" de hamburguer, mais parecido com o nosso "pãozinho francês" porém redondo. Esse não se usa mais. O pão macio funciona como uma esponja e, fatalmente, transporta o molho até os dedos. O atrito do conjunto é praticamente zero - efeito causado pelas gorduras - e o desastre acontece logo nas primeiras mordidas. Comer com garfo? Pode até evitar os borrões na mão, mas nada impede que o sanduíche-iche-iche não caia no seu colo. As benesses nutricionais já foram mais do que explicadas pela Dr. Ruth Lemos, basta acessar nosso oráculo google. Já há algum tempo experimentei mini-hamburgueres no melhor estilo de finger food: perfeitos para consumo. Você termina de comê-los antes do efeito migratório dos ingredientes, tudo sem sujeira e sem deslocar o maxilar. Ao revés, a mastigação fica perfeita, eficiente e elegante. Em breve divulgarei uma receita de mini-hamburguer.sexta-feira, 13 de março de 2009
Faça seu pedido
quinta-feira, 12 de março de 2009
Mugi Chá

segunda-feira, 9 de março de 2009
DUELO FINAL

Desta vez provei as pipocas TUICK, fabricadas na sua cidade natal. Tive o cuidado de esperar todos saírem, pois o pacote continha somente 50 gramas.
Realmente um duelo de gigantes. Algo como Coca X Pepsi.
A pipoca TUICK também tem uma excelente distribuição de açúcar, mas é um pouco mais doce do que a pipoca CLAC. Isso acabou por tornar o produto um pouco mais calórico. Apesar de ter a metade dos carboidratos é um pouco mais protéica. Contudo, contêm sódio e gorduras saturadas ao contrário da concorrente (segundo informações do fabricante, as pipocas CLAC não contêm gordura nem sódio). A vantagem é a quantidade de fibras alimentares: mais do que o dobro (também segundo informações dos fabricantes). São muito saborosas, mas deixam resíduos de caramelo nos dedos. Sem dúvida um desconforto. Os grãos são menores e o fundo do pacote contém farelos de pipoca. Não sou adepto da técnica, mas quem gosta de virar o pacote ao final será agraciado.
Conclusão do ULTIMATE FIGHTING: As pipocas CLAC são superiores. A diferença fica por conta do TERROIR: As pipocas CLAC são fabricadas na cidade de Votorantim/SP, enquanto as pipocas TUICK são fabricadas em Sorocaba/SP. As cidades são bem próximas, o que faz da região um centro de excelência em pipocas caramelizadas. Sugiro às fabricantes criarem um selo de Denominação de Origem Controlada (D.O.C).
domingo, 8 de março de 2009
"MIOJO" PARA GENTE GRANDE
Sair de casa para comer um Lamen? Não? Miojo você faz em casa?Posso entender o preconceito... Quando pergunto se alguém sabe cozinhar a resposta que mais ouço é: "sei fazer miojo". O macarrão instantâneo virou um clássico nos carrinhos de supermercado. O sucesso comercial induz os Brasileiros a erro quando falamos sério sobre o LAMEN, um dos pratos mais consumidos no Japão. Assim como não comemos feijoada todos os dias, os japoneses também não vivem só de sushi. Corra para o ASKA e vá provar o verdadeiro Lamen. Ontem, dia quente, provei o TSUKEMEN, um Lamen frio que acompanha um molho morno, com carne e verduras. Perfeito. Morei um ano no Japão e não encontrei um Lamen tão bom quando o feito no ASKA. A cozinha, plenamente visível, é silenciosa e a equipe trabalha de forma quase monástica. Não peguei fila: eram 11:30 da manhã e estava com fome. Chegando mais tarde vai encontrar na fila muita gente que já se despiu do preconceito: Viva o Miojo de gente grande!
sábado, 7 de março de 2009
Nirá
Meu amigo Sérgio pediu para ensiná-lo a preparar o Nirá, prato feito com uma verdura típica japonesa que caiu no gosto dos Brasileiros. Diz que quer preparar para a família mas não sabe como. É muito fácil. Agora ele não tem desculpa: Mãos à obra.
Aproveitei minha ida ao bairro da Liberdade e comprei o Nirá (R$ 1,50 - o maço pequeno). Acabei comprando mais coisas que servirão para futuras postagens. Vamos lá: Lave e higienize o Nirá. Com uma faca corte a ponta dos talos (a parte oposta à flor). Deixe secar em papel toalha. Aqueça uma chapa (você póde utilizar uma frigideira ou uma panela funda se não tiver) e deite um fio de óleo. Disponha o Nirá sobre a chapa e coloque um pequeno naco de manteiga. Vire os talos de Nirá para uniformizar o cozimento. (aproximadamente 3 minutos de cada lado). Está pronto. Ao servir coloquei um pouco de sal (em grãos).
Aproveitei os talos mais opostos à flor e repeti o procedimento. Finalizei com um pouco de saquê (culinário) . Ficou bom.

quinta-feira, 5 de março de 2009
Calor em São Paulo

Dissolva a gelatina conforme instrução do fabricante

Disponha o líquido somente sobre o fundo de um recipiente e coloque para gelar
Após a gelatina endurecer disponha as uvas no recipiente (as uva do tipo Thompson não têm sementes)
Prepare mais uma porção de gelatina e cubra as uvas.jpg)
Ficou pronta. Simples, fácil, rápido e refrescante.
Mãos à obra
Pipocas Isopor
DEGUSTAÇÕES POPULARES
terça-feira, 3 de março de 2009
Sobremesa para gente grande
Sobremesa preparada em Janeiro de 2009 - receita em postagem futura



